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sábado, 9 de fevereiro de 2013

"Katachi": Uma Bela Animação para Curtir nas Férias!




Uma bela e inspiradora animação para curtir nas férias... ;-)

" Katachi" significa "forma". O vídeo é feito com aproximadamente 2000 silhuetas, utilizando placas de PVC, controlado por computador.

Animação de Kijek / Adamski
Produção de Katarzyna Rup / Ab Film Production

NOTAS
(1) Informações extraídas do site onde o vídeo se encontra: http://vimeo.com/58022280
(2) A dica foi da profª Simone Santiago da E.M. Octavio Frias de Farias: http://conexaodasartes-sme-rj.blogspot.com.br/2012/12/primeira-mostra-de-arte-da-em-octavio.html

domingo, 27 de novembro de 2011

Educação: Novos Paradigmas [1]


Meus alunos da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE-RJ
(criando animações)


Aproveitando que comentei na página do Facebook do AnimaEco (um programa da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - AnimaEco ECO-UFRJ -) um vídeo do professor João Mattar sobre "o uso de games apoiando a educação", vou partilhar meu comentário aqui... [em especial porque aqui eu posso "editar" quantas vezes eu quiser... e já num comentário em página alheia... nem sempre... ]


João Mattar e o uso dos Games apoiando a Educação



João Mattar tem razão quando diz que a diferença dos games de diversão para os games educacionais está no formato e nas intenções daqueles que os programam, os projetam (o educador X o designer de games). Enquanto os primeiros tem o enfoque na interação, no engajamento do(s) usuário(s) nos desafios do jogo em questão, os educacionais pensam primeiro no conteúdo a ser transmitido, aprendido, como "objetivo final" do jogo - o que os tornam bem pouco atraentes e sedutores para os usuários. A meu ver, os jogos educacionais "ainda" estão bem longe de serem (espontaneamente) atrativos às crianças e aos jovens. Se (e quando) conseguirão atrair esse público: é o desafio!

Eu destaquei o "ainda" entre aspas porque vou dar um exemplo de mais de 10 anos (e que não tenho certeza se mudou alguma coisa...) - e do ponto de vista de uma "não-nativa digital" - e só tardiamente "migrante digital" (demorei a entrar no mundo das conexões). Quando eu estudava francês, eu ia com frequência à sala multimídia e usava todos os recursos disponíveis, inclusive os games. Eu já estava na faixa dos 30 e era uma das alunas mais velhas de minha turma. Curiosamente, a sala multimídia não atraia tanto os mais jovens, que, no caso do aprendizado de uma língua estrangeira, preferiam interações na internet e os filmes (um recurso que eu também utilizava). Eu só fazia uso da sala porque precisava "lutar contra o tempo" e dominar a língua o mais rápido possível! Ou seja, ninguém (e nem mesmo eu - que, como disse, tinha o objetivo "adulto" de aprender o mais rápido possível) usava "espontaneamente" esses recursos (que incluía alguns games até interessantes, como um sobre a saga de Joana D'Arc - todas as questões políticas, sociais e religiosas envolvidas...).

Lá se foram bem mais de 10 anos, mas tenho minhas dúvidas se "jogos educacionais" se tornaram atraentes para os mais jovens... Talvez (apenas) como recurso "menos doloroso" e um "pouco mais divertido" para favorecer o aprendizado? Não vejo crianças e jovens (seja em minha experiência como professora, seja em minha experiência familiar) entrarem - sem a cobrança dos professores e/ou pais - "espontaneamente" em jogos educacionais do mesmo modo que buscam os games não-educacionais... Sem contar que as mídias em educação, as novas tecnologias, estão na maioria das vezes sendo usadas apenas como um recurso de apoio às aulas tradicionais.

O desafio de mudança está na estrutura da escola e do sistema educacional bem mais do que - como se imagina - na nova postura de abertura - e capacitação tecnológico-educacional - dos professores (já que muitos deles são jovens, fazem parte de uma geração de usuários de novas tecnologias: dos games, das redes sociais etc.)! Por que esses jovens professores se mantêm tão "tradicionais" em sala de aula (mesmo quando buscam fazer uso das novas tecnologias)? É uma questão para se pensar...


Imaculada Conceição Manhães Marins

NOTA:

1 - Ver também: "Educação: Novos Paradigmas [2]": http://imaculadacon.blogspot.com/2012/01/educacao-novos-paradigmas-2.html



domingo, 24 de abril de 2011

PRESENTE DE PÁSCOA! BOA PÁSCOA!



QUE FOFA ESTA ANIMAÇÃO! OFEREÇO A MEUS ALUNOS E A TODOS QUE AMAM UMA BIBLIOTECA! :)

LIBRARY from singsfish on Vimeo (1)



E ESTA FOFÍSSIMA ANIMAÇÃO OFEREÇO A MEUS QUERIDOS ALUNOS DE ARTES VISUAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E A TODOS QUE AMAM AS ARTES! :)

SELF PORTBAIT from singsfish on Vimeo (2)



NOTA:

Site de onde tirei...

(1) http://vimeo.com/5178087

(2) http://vimeo.com/5488101


domingo, 30 de maio de 2010

PROPOSTA 2010: RIO DIVERSIDADE




RIO DIVERSIDADE

Texto: Jabim Nunes

PLURALIDADE
A pluralidade, característica marcante da cidade, não poderia estar melhor representada pelas múltiplas linguagens. E são estes braços sempre abertos a receber que torna o Rio um tema inesgotável.


Animação: RIODIVERSIDADE/2010 

OFICINA DE ANIMAÇÃO:  Profa. Imaculada Conceição(*)


PROPOSTA PARA 2010: RIO DIVERSIDADE

O Rio de Janeiro é a capital cultural do Brasil. Historicamente, nos seus quase 500 anos, onde abrigou a família Imperial logo após a chegada de Portugal, na cultura e na arquitetura a cidade recebeu influência portuguesa, inglesa, francesa em períodos que continuam adornando principalmente o centro da cidade. É o lugar por onde acontecem as principais manifestações culturais que o pais exporta. E a porta de entrada obrigatória das grandes mostras internacionais de artes plásticas, cinema, moda, de grandes nomes da música clássica e também do mais moderno rock, dança e ópera. Sua arquitetura guarda ícones dos séculos XVl, XVll, XVlll, XlX e, agora do século passado.

Hoje, contrastam com lâminas modernas de prédios inteligentes, retratos da modernidade da metrópole que sabe preservar seu passado. Na Lapa, bairro boêmio vizinho ao Centro.



No campo da Música o Rio é o berço do samba. Na zona sul, à beira mar, a cidade preserva alguns dos locais onde nomes como Tom Jobim e João Gilberto afinaram os primeiros acordes da Bossa Nova. Por suas características generosas, foi no Rio que se estabeleceram os maiores nomes da música brasileira, fossem baianos ou mineiros, atraídos pelos números de casas com música ao vivo, seja para ouvir, seja para dançar.




A natureza também tem peso cultural. Basta visitar o Jardim Botânico com uma das mais importantes coleções de plantas do mundo ou a floresta da Tijuca, o coração verde da cidade maravilhosa.



O Cristo Redentor
Localizado no topo de uma montanha, a 710 metros de altura,
a estátua do Cristo Redentor, no Corcovado, é, com certeza, um dos monumentos mais admirados e visitados da cidade.




Jardim Botânico
Cada um dos 141 hectáreas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro abriga alguns dos principais exemplares da flora brasileira e mundial.
Árvores seculares misturam-se a orquídeas, vitórias-régias, bromélias, flamboyants e uma vasta folhagem tropical, que fazem do Jardim Botânico o lugar preferido dos estudiosos, dos amantes da natureza, dos namorados e de todos aqueles que procuram tranqüilidade e paz.



Os Arcos da Carioca
Entraram para a história como a obra mais monumental empreendida no Rio nos tempos coloniais. Localizados no Largo da Lapa, bairro que já serviu de referência para o que de mais importante aconteceu na vida noturna do Rio.
Com a intenção de resgatar o orgulho e a auto-estima do carioca pela sua paisagem urbana que mistura a arquitetura com as belezas naturais sem deixar de fora os aspectos culturais. Visaremos desta forma, registrar e expressar nossa homenagem e amor pelo Rio.



Com o tema RIO DIVERSIDADE, cada professor tem total liberdade para trabalhar o conteúdo proposto e no final mostrar, através de exposição, seja de pintura, desenho, animação, vídeo curta metragem, música, dança etc., tendo, claro, os alunos como principais protagonistas.








NOTA: Veja ainda como ficou nossa  Mostra Rio Diversidade:  http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com.br/2010/12/riodiversidade-seja-bem-vindo.html

Texto: Prof. Jabim Nunes

Fotos: Profa. Imaculada Conceição (trabalhos das Oficinas de Animação, Pintura, Desenho)


(*)Vídeo: O tema "Rio Diversidade" foi o fio condutor de todas as oficinas do Núcleo de Arte Grande Otelo em 2010. O vídeo traz diversos trabalhos realizados durante o ano na Oficina de "Animação Trash", ministrada pela professora Imaculada Conceição Manhães Marins. Há desde pequenas animações completas (como as "autorais", assinadas pelo aluno Julio), até fragmentos (cenas) de outras animações realizadas pelo grupo durante a oficina, passando por experiências livres com o uso de objetos "encontrados" no Núcleo de Arte e/ou obras realizadas nas demais oficinas.


Postado por Imaculada Conceição M. Marins

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

UM TEXTO PERTINENTE: A inclusão e expressão dos surdos por meio da arte


Cena da animação "Coisa Estranha" (stop motiom - massinha) realizada pelos alunos da turma de Animação do Núcleo de Artes Grande Otelo (2o.sem./2009)



Trabalhei ano passado, 2009, Arte-animação com uma turma de deficientes auditivos. O colega prof. Jabim Nunes, da Oficina de Pintura do Núcleo de Artes Grande Otelo, enviou-me este pertinente texto do blog ACESSO: BLOG DA DEMOCRETIZAÇÃO CULTURAL que gostaria de compartilhar(1). Imaculada Conceição


A inclusão e expressão dos surdos por meio da arte

Por Heloisa Bezerra
09/2009




Eles são mais de cinco milhões de pessoas no Brasil, segundo o censo do IBGE realizado no ano 2000. Diariamente, enfrentam uma série de dificuldades relacionadas à comunicação, pois sua língua materna não é o português. Nem todos compreendem a língua portuguesa. Comunicam-se através de Libras, a Língua Brasileira de Sinais, uma das línguas oficiais do Brasil. Comemoram, no dia 26 de setembro, o Dia Nacional do Surdo, data que marca a luta da comunidade surda por inclusão e acessibilidade e que presta uma homenagem à inauguração do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), primeira escola brasileira voltada para o ensino de surdos, fundada em 1857.
No Brasil, a comunidade surda, apesar de numerosa, é pouco percebida pela sociedade. Por barreiras linguísticas, os surdos muitas vezes são impossibilitados de exercerem a sua cidadania. Como participar de uma audiência pública se não há interpretes disponíveis? Ou, ainda, como ter acesso a serviços básicos e garantidos pela Constituição como saúde e educação se nas escolas, nos hospitais e postos médicos há uma deficiência de profissionais que sabem Libras ou que são capacitados para a interpretação? Assim, os surdos tornam-se estrangeiros em seu próprio país.
Em 2005, foi editado o decreto n 5.626, que regulamenta a lei n 10.436 e trata da garantia do direito à educação por meio da língua de sinais, instituindo a presença obrigatória de intérpretes em estabelecimentos públicos de ensino, a fim de possibilitar o aprendizado de alunos surdos. Na prática, entretanto, isso nem sempre acontece. Além disso, poucos professores sabem Libras e são capacitados para trabalhar com metodologias adequadas para o ensino de surdos. Crianças surdas devem ser alfabetizadas primeiro em Libras – sua língua materna – e depois em português para facilitar o processo cognitivo de aprendizado. Essa deficiência do sistema de ensino contribui com a construção de um abismo entre surdos e ouvintes, visto que torna ainda mais difícil o aprendizado da língua portuguesa para os primeiros.
Nesse contexto, as artes, sobretudo as visuais, surgem como um canal capaz de gerar mudanças. A imagem, concebida pela fotografia, por vídeos ou pinturas, por exemplo, pode ser utilizada como uma poderosa ferramenta pedagógica e comunicacional. Ela comunica a partir do momento em que é pensada, produzida, até quando é contemplada por outras pessoas, ocasionando reações, reflexões e sentimentos distintos. No caso de pessoas surdas, os estímulos visuais são ainda mais importantes, pois são sua principal forma de comunicação com o mundo, já que seus olhos fazem também o papel dos ouvidos. Além disso, a participação em atividades culturais estimula a criatividade e o pensamento crítico, contribuindo com o desenvolvimento de cada um.
Com a criação de imagens e a divulgação das mesmas, pessoas surdas assumem o papel de produtoras de bens culturais. Elas passam, assim, a inserir seus discursos na sociedade, dando visibilidade a temas que lhe são importantes, expondo suas ideias e concepções de mundo. Por meio da arte, os surdos dialogam não só com os seus familiares e pessoas próximas, mas também com a sociedade na qual estão inseridos. Isso toma proporções ainda maiores com a internet, que ultrapassa qualquer fronteira geográfica. Há, dessa forma, uma democratização da informação, através da inserção do discurso de grupos que historicamente são excluídos dos meios tradicionais de comunicação. Por isso, é de extrema importância a criação e desenvolvimento de iniciativas que se utilizem da arte para garantir a inclusão de pessoas com deficiência.
Por último, a democratização da cultura enriquece a produção cultural do País e traz benefícios a todos. Este é, no entanto, apenas o primeiro passo na busca de um modelo de sociedade mais justo. É preciso perceber a necessidade de criar oportunidades para que as pessoas cresçam, ocasionando, consequentemente, o desenvolvimento da sociedade como um todo. Não é apenas conviver com a diferença, mas valorizá-la.

Heloisa Bezerra é formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco.

Trabalha como assessora de comunicação no FotoLibras, projeto de fotografia participativa com surdos que utiliza a fotografia como meio de expressão e comunicação, a fim de aumentar a visibilidade e a inclusão da comunidade surda na sociedade.

Colaborou com este artigo André Luiz Lemos de Souza, coordenador surdo do FotoLibras, que foi aluno do curso de fotografia oferecido pelo projeto em 2007.

Crédito foto: Graciliano Paes – aluno da primeira turma FotoLibras (2007)

NOTA

(1) ACESSO: BLOG DA DEMOCRETIZAÇÃO CULTURAL: http://www.blogacesso.com.br/?p=1563 A foto que abre a postagem é detalhe de uma das animações feitas por meus alunos da turma de deficientes auditivos da Oficina de Animação do Núcleo de Artes Grande Otelo("Coisa Estranha", stop-motiom/massinha 2o. sem.2009). A foto (de Gracilianos Paes) que acompanha originalmente o texto vem abaixo do título do artigo e autoria.

(2) Vejam o vídeo-animação "Coisa estranha", entre outros realizados no Núcleo de Arte Grande Otelo, no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=Drd9bvqz-LQ&feature=player_embedded ou no blog (tag Animação): http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/search/label/Anima%C3%A7%C3%A3o

(3) Vejam o MAKING OFF da oficina especial de Animação (2009) no vídeo a seguir (ou na postagem de 31/03/2011 - blog do Núcleo de Arte Grande Otelo: http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/2011/03/oficina-de-animacao-especial-educacao.html )

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"ANIMAÇÃO TRASH": PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS EM ANIMAÇÃO DE MEUS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1o. sem. 2009

[...algumas destas primeiras experiências estão participando da Mostra Competitiva do Festival Anim!Arte 2009... :) ...não consegui postar todos os trabalhos apresentados... problemas no carregamento do YouTube!]




ANIMAÇÃO TRASH: NOSSAS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS PARTE I (sotp motion, pixilation, folioscópio etc.) 2009


COMIDA MALUCA (pixilation) 2009


FOME DO SABER (pixilation)